Florianópolis sediará o próximo Congresso Nacional da Pastoral Familiar

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XVCNPF-missa-final-03A cidade de Cuiabá (MT) se despediu na manhã deste domingo, dia 10 de setembro, do XV Congresso Nacional da Pastoral Familiar, iniciado na sexta-feira, 8. Ao final do encontro, foi anunciado o regional que irá sediar a próxima edição, que será realizada em 2020. O escolhido foi o Sul 4, com a cidade de Florianópolis (SC). O anúncio foi feito pelo bispo de Sinop (MT) e referencial da Pastoral Familiar do regional Oeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Canísio Klaus.

Na cerimônia de encerramento, o casal coordenador da Pastoral na arquidiocese de Cuiabá, Acidália e João Nohama, responsável por liderar a equipe de organização do congresso, deixou uma mensagem de agradecimento aos membros da organização e os participantes de todo o Brasil. Em sua fala, o assessor eclesiástico da Pastoral Familiar na capital mato-grossense, padre Deusdédit Monge de Almeida, ressaltou o objetivo de que o congresso ajude a alavancar a Pastoral em todas as dioceses do Brasil.

Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e secretário executivo da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), padre Jorge Alves Filho agradeceu a Deus e ao regional, por ter se prontificado a acolher o evento e tê-lo preparado, apontando que o encontro foi ocasião de aprendizado.

Ganhar o irmão para a família
O arcebispo de Cuiabá, dom Milton Santos, encerrou o Congresso e presidiu a missa como última atividade. Em sua homilia, refletiu sobre o evangelho do dia e indicou que o capítulo 18 de Mateus ajuda a colocar os pés no chão, a ser realista: “nossas Famílias, nossas Comunidades não são feitas de pessoas perfeitas, e nem sempre a atitude que tomamos diante de erros dos outros é a mais adequada. E, nos perguntamos: qual o espírito que nos deverá orientar nessas ocasiões?”. Para dom Milton, é preciso ter a ótica do pastor que vai procurar a ovelha que se perdeu.

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Segundo o arcebispo salesiano, é preciso ganhar o irmão que se perdeu não para si, mas para a família, para a comunidade: “Precisamos ser criativos no esforço de recuperar quem erra e se afasta da Família, de quem erra e se afasta da Comunidade. E o espírito que anima essa tarefa não é o da exclusão, mas da busca para reintegrar”. A tarefa confiada a Pedro de “ligar e desligar”, também é dada à família, refletiu dom Milton. “Aqui também cabe um questionamento sobre o que é mais importante para a Família, para a Família maior, a Comunidade: se a faculdade de excluir pessoas, ou, a capacidade de integrá-las, ou, reintegrá-las?”.

Coleta Nacional
Durante o ofertório, dom Milton convidou os congressistas a manifestarem a comunhão eclesial na participação generosa na coleta nacional para a reforma da sede da CNBB, em Brasília. Os casais da Pastoral Familiar dos 18 regionais da Conferência corresponderam com a doação de mais de quatro mil reais para a campanha.

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Acidália e João Nohama, da arquidiocese de Cuiabá, coordenaram a equipe que organizou o XV Congresso Nacional da Pastoral Familiar

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